E aqui estou eu novamente depois da minha estadia em Vila Real e passagem pelo terrível S.João de Braga, com mais uma fornada de bacoradas que surgiram ao longo dos tempos.
Na verdade, não foi fácil estar aqui neste momento a trazer ao mundo estas tão preciosas (ou estúpidas) bacoradas. Tive de passar por algumas batalhas épicas, ainda na lendária terra de Vila Real, como a lendária batalha de White e Iris contra... as espias da tenda. Na verdade, a minha vinda dessa misteriosa terra que é Vila Real foi ameaçada por essa poderosa entidade cujo poder foi subestimado, as espias da tenda, e uns árduos minutos foram passados a tentar arrancá-las do chão mas sem efeito. Chegamos a invocar o misterioso poder da física, deitando-lhes água fria porque supostamente isso iria contrariar o efeito de dilatação causado pelo calor, mas novamente se comprovou que a física não serve pra nada, porque apesar dos incessasntes esforços, as espias permaneciam enterradas em tom de desafio. Após muito esforço, uma das espias foi derrotada. A outra permacerá para toda a eternidade naquele parque de campismo como lembrança da lendária espia que a tudo sobrevive.
Entretanto, eu e o Rijo estivemos no Porto (onde ainda me encontro) e encontramos algumas personagens interessantes como Pedro, João, Ricardo, Inês e André. Pedro, João e Ricardo na noite do Dolce Vita aberto 24horas (como se não bastasse ser entrevistado pra isso) e no dia seguinte Inês e André na lendária "formatação do computador da Inês", por parte de mim e do Rijo. Dois informáticos em missão para executar uma formatação. E por mais estranho que pareça, correu bem. Todos esses personagens puderam contribuir para que hoje eu traga até ao mundo uma variada e saudável selecção de bacoradas. E aqui vão elas:
"Iris: Eu conheço este cão. Acho que ele anda na UTAD"
"*sino a dar as horas*
White: Isto aqui parece Amarante. Sabes as horas pelo...
Iris: Pelo relógio."
"White: Mas agora estava a coçar a barba, não quero saber"
"Irina: Não gosto nada de bebados"
"Irina: Eu gosto de sentir o lençol na cara"
"Berda: O monstro das bolachas era o meu herói."
"Berda: Para morrer basta estar vivo.
Irina: Então para de culpar a fruta!"
"Rijo: Eu gosto da tua perna. Dá pra fazer sons"
"Irina: Sinto-me xilofone."
"Rijo: Eu já fiz um cultivo de bolor numa panela."
"Irina: Estás a ser nacionalista de uma forma internacional."
"Rijo: O White tem o tique de ser chique."
"White: Porque é que estamos no meio da estrada?"
"Irina: Pensava que ías roer as unhas
White: Não, estou a dar murros ao meu nariz."
"White: Cheira a saloio."
"White: Nós só temos uma vida. Quer dizer, por acaso até temos várias.
João: Mas não sabemos como vamos estar nas próximas.
White: Por isso nesta faz-se mosh!"
"João: Até às onze e meia podemos fazer mosh."
"White: Pois é, ele vai ter que te odiar. Ele odeia sagitários."
"White: Eu vou comer uma bola. Eu sou viciado em bolas, a serio."
"White: Meti o cinto sem olhar.
João: Foi por isso que falhaste umas 4 vezes."
"*a caminho da Maia*
Mãe do White: Braga, Lisboa, Vila Real..
*pára pra pensar no meio da auto-estrada*
Mãe do White: Eu vou pra Viana do Castelo"
"Rijo: Se eu soubesse alguma coisa também gostava de programar."
"André: A senhora não vê, por isso não corta cebolas."
"White: Tu agora vais ouvir drivers."
(drivers: http://pt.wikipedia.org/wiki/Driver_de_dispositivo)






