domingo, 29 de junho de 2008

O Regresso das Bacoradas


E aqui estou eu novamente depois da minha estadia em Vila Real e passagem pelo terrível S.João de Braga, com mais uma fornada de bacoradas que surgiram ao longo dos tempos.
Na verdade, não foi fácil estar aqui neste momento a trazer ao mundo estas tão preciosas (ou estúpidas) bacoradas. Tive de passar por algumas batalhas épicas, ainda na lendária terra de Vila Real, como a lendária batalha de White e Iris contra... as espias da tenda. Na verdade, a minha vinda dessa misteriosa terra que é Vila Real foi ameaçada por essa poderosa entidade cujo poder foi subestimado, as espias da tenda, e uns árduos minutos foram passados a tentar arrancá-las do chão mas sem efeito. Chegamos a invocar o misterioso poder da física, deitando-lhes água fria porque supostamente isso iria contrariar o efeito de dilatação causado pelo calor, mas novamente se comprovou que a física não serve pra nada, porque apesar dos incessasntes esforços, as espias permaneciam enterradas em tom de desafio. Após muito esforço, uma das espias foi derrotada. A outra permacerá para toda a eternidade naquele parque de campismo como lembrança da lendária espia que a tudo sobrevive.

Entretanto, eu e o Rijo estivemos no Porto (onde ainda me encontro) e encontramos algumas personagens interessantes como Pedro, João, Ricardo, Inês e André. Pedro, João e Ricardo na noite do Dolce Vita aberto 24horas (como se não bastasse ser entrevistado pra isso) e no dia seguinte Inês e André na lendária "formatação do computador da Inês", por parte de mim e do Rijo. Dois informáticos em missão para executar uma formatação. E por mais estranho que pareça, correu bem. Todos esses personagens puderam contribuir para que hoje eu traga até ao mundo uma variada e saudável selecção de bacoradas. E aqui vão elas:



"Iris: Eu conheço este cão. Acho que ele anda na UTAD"

"*sino a dar as horas*
White: Isto aqui parece Amarante. Sabes as horas pelo...
Iris: Pelo relógio."

"White: Mas agora estava a coçar a barba, não quero saber"

"Irina: Não gosto nada de bebados"

"Irina: Eu gosto de sentir o lençol na cara"

"Berda: O monstro das bolachas era o meu herói."

"Berda: Para morrer basta estar vivo.
Irina: Então para de culpar a fruta!"

"Rijo: Eu gosto da tua perna. Dá pra fazer sons"

"Irina: Sinto-me xilofone."

"Rijo: Eu já fiz um cultivo de bolor numa panela."

"Irina: Estás a ser nacionalista de uma forma internacional."

"Rijo: O White tem o tique de ser chique."

"White: Porque é que estamos no meio da estrada?"

"Irina: Pensava que ías roer as unhas
White: Não, estou a dar murros ao meu nariz."

"White: Cheira a saloio."

"White: Nós só temos uma vida. Quer dizer, por acaso até temos várias.
João: Mas não sabemos como vamos estar nas próximas.
White: Por isso nesta faz-se mosh!"

"João: Até às onze e meia podemos fazer mosh."

"White: Pois é, ele vai ter que te odiar. Ele odeia sagitários."

"White: Eu vou comer uma bola. Eu sou viciado em bolas, a serio."

"White: Meti o cinto sem olhar.
João: Foi por isso que falhaste umas 4 vezes."

"*a caminho da Maia*
Mãe do White: Braga, Lisboa, Vila Real..
*pára pra pensar no meio da auto-estrada*
Mãe do White: Eu vou pra Viana do Castelo"

"Rijo: Se eu soubesse alguma coisa também gostava de programar."

"André: A senhora não vê, por isso não corta cebolas."

"White: Tu agora vais ouvir drivers."
(drivers: http://pt.wikipedia.org/wiki/Driver_de_dispositivo)

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Bacoradas da sobrevivência





Dia 1:

"Rijo: Berda, queres comprar bolas?
Berda: Vamos comprar bolas!"

"Gigante: Olha a Hello Kitty a voar! Que puta, tem asas!"

"Filipa: Está calor, comi uma waffle à bocado."

"(azeiteiro do abc a ver um cão)
Azeiteiro: Eish aquilo é uma pessoa! Não, é um dinaussauro!"

"Rijo: Foram matar o ovo!"

"Berda: Eu sou um deus das trevas.
Rijo: Agora pegas em óculos de sol e escureces toda a gente!"

"Italiano: A gprs é a antiga net do telemóvel.
Projecto: Ah pois, e depois apareceu a gps!"

"(Rijo a olhar para sapatos)
Rijo: Não queres um chapéu?"



Dia 2 e 3:

"Berda: Eu gosto de cortar pulsos às pessoas"

"Rijo: Caraças que a rapariga não sente a vibrar!"

"Rijo: Eu gosto de bufar para o pau!"

"Rijo: Mexe no meu martelo!"

"Berda: O Rijo não sabe bater!"

"Berda: Não me agarres o martelo!"

"Rijo: Não me dês com o pau!"

"White: Aquela gaja tem os himalaias na cabeça..."

"Irina: Eu agora não me apetece discutir, mas se me provocares daqui a nada vez!"

"Irina: Tu não nasces céptico!
Berda: Pois não, tu nasces a acreditar em fadas e ponéis... Espera aí, os ponéis existem..."

"(White para o Rijo)
White: O teu é maior, é injusto!"

"White: vou vomitar a minha salsicha!"

"Berda: Dobraste-me o martelo!"

"Irina: Então não ponhas sal nas lesmas!"

"Irina: Como é que uma pessoa cruel tem melância no frigorífico?"

"White: Tu tens letras no tecto! O teu tecto é Toshiba!"

"White: Ela não pode jogar ao jogo do galo, é vegetariana. Só pode jogar ao jogo da couve."


Sobrevivência II




Começemos então a falar sobre o 2º e 3º dia do São João. Berda e eu passámos a primeira noite em pé, li as cartas de Tarot a ele, e as cartas disseram-me que o "Eu odeio pessoas", é um ser muito racional de momento, mas que vai conhecer alguém (acho que já conheceu...) que o vai tornar espiritual. Logo, o Senhor "Eu odeio pessoas", vai passar para "Florzinha revoltada" até chegar ao estatuto de Ghandi ou Dalai Lama.

Continuamos pela noite a dentro, onde o gajo me ensina a jogar Dota e eu Medal of honor. Nada de especial. De manhã já tamos bastante esgotados, logo decidimos ir descansar um pouco. Eu deito-me no puff e ele na sua cama. Acordamos às 14:50. Ao acordar, estico-me todo. O que acontece: caimbra na perna esquerda! O raio da caimbra durou o dia e a noite toda, sempre a doer-me. Vou à net, falar com a líder do meu fansub, que estuda medicina a ver o que podia fazer, ao que ela responde: "amputa a perna!"

Continuando, almoçamos, e voltamos para o vício chamado computador, até às 5 da tarde, onde seguimos para a piscina do Berda. Andamos a vaguear pela água e a fazer coisas estúpidas, tais como tentar caminhar sobre a água, até às 7 e meia. De seguima vamos jantar, e depois computador, até sairmos de casa.

Vamos para o São João. O Berda vai equipado com dois martelos enormes, e eu com um martelo normal. Tentamos então encontrarmo-nos com a Irina e o White. Falo com a Irina por sms e ela responde que já está a caminho para a avenida central. O raio da rapariga mais o white e João demoraram por volta de uma hora a chegar. A Irina a levar marteladas ficava com uma cara impressionantemente estupida. Também era de prever, afinal tavamos a destruir-lhe o chakra. Vamos em direcção à avenida da liberdade, sempre a mandar marteladas a pessoas ao calhas.

Tamos nós na avenida da Liberdade quando de repente sinto uma tempestade de martelos sobre a minha cabeça. Quem seria? A High priestess do 42, que desta vez não estava slow, vá-se lá saber como, o Italiano (Tempeeeeeerooooo!), a Maria João (amiga da Filipa) e acho que me estou a esquecer de alguém...... ah Projecto. Tinha-me que esquecer do cromo (na brinca Projecto, na brinca). Falamos um pouco, etc, etc... E continuamos a descer ao nosso ritmo. Uma coisa interessante que se passou nessa descida, é que o nosso pinguinzinho do grupo (Irina), que é muito pacifista, tinha uma conversa do género comigo, ao ver azeiteiros/pitas:
"Irina: Dá-me o martelo!
(pum, com bruta força na cabeça da pessoa)
Irina, como em versão pacífica e slow: tomaaaaaaa!
(e devolve-me o meu martelo)"

Seguimos para o parque multi-usos onde encontro a minha irmã e vou andar num dos carrocéis. Enquanto isso, o resto do pessoal está sempre a mandar porrada em azeiteiros e pitas. Voltamos a subir para a avenida central, onde encontramos o grupo da Filipa de novo (mais uma tempestade de martelinhos nas cabeças uns dos outros...), o 20 (engenheiro), Telepizza e Vassouras. O Vassouras fica com o martelo mais pequeno daqueles 3 que nós tinhamos. Durante a subida e ida para o carro do Berda, obeservámos a grandes discussões berdi-Irianas, onde só faltava uma boa música de RPG para ficar um ambiente brutal, o white a andar de uma maneira estranha, que mais parecia um lagarto do deserto ou algo do género e eu a fazer uma estúpida dança de cabaret e a fazer com a pega do meu martelo parecesse algo muito perverso.

Seguimos todos para casa do Berda de novo, onde jogamos Naruto e observamos mais discussões épicas até ao amanhecer. Por volta das 6 da manhã eu adormeço em cima da cama do Berda, e de repente, estava eu a dormir, só ouço o Berda a dizer: "Mosh para cima do Rijo!"e manda-se para cima de mim, ao que eu inda meio a dormir respondo: "Berda, sai de cima de mim, que tu não és um lençol" e adormeço de novo.

Acordo, ficamos um pouco pequeno na conversa, e cada um segue para o seu sítio. E nada mais de especial se passou. The end.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Sobreviência I




Sendo eu um autêntico e degradante masoquista, decidi aguentar ao máximo o São João. E para mim o São João começou no Domingo. Decidi ir jantar com a High priestess do 42, Filipa, com o Berda, Italiano e o gingatesco Gigante. Dirijo-me ao ponto de encontro nosso, chafariz, onde me deparo com o jogo de futebol Itália-Espanha. Fui o primeiro a lá chegar. Estava eu a pensar na morte da bezerra, quando de repente, ZÁS, recebo um imperdoável cachaço do senhor Berda. Começamos nas trocas de bla bla bla e ao longe, quase a uma distância de um quilómetro, ou não, vimos o Gigante. Mais bla bla bla entre os 3, e recebo eu uma sms da Filipa a dizer que estavam a ver o jogo de Itália, mas que já se dirigiam para o chafariz. Raios partam o Italiano e a sua Itália! (que perdeu diz o Berda! MUAHAHAH) O Italiano e a Filipa chegaram passado mais uma hora depois do previsto. E para culminar essa deveras fatídica chegada, a Filipa ao avistar-nos disse ao Italiano: "Está ali o Gigante, e estão ali dois miúdos com ele!". Ok, a partir de agora eu e o Berda somos miúdos... ou não! (vingar-me-ei Filipa)

Seguimos então para o jantar no Cristo Rei/Jolima, muito animados, e deparamo-nos com um cenário infestado de gente. Seguimos então para o primeiro andar, e todos contentes nos sentamos. Até que a certa altura, depois de estarmos perfeitamente instalados, nos veio o empregado dizer que não estavam a servir lá em cima. Mas o mais engraçado é que estavam lá 3 ou 4 mesas com pessoas a serem servidas... Não entendi essa. Descemos... e continua a não haver mesa. Lá esperamos um pouco até haver uma... Sentamo-nos e pedimos... Demoram séculos a nos servir, enquanto esperamos ouvi-mos bacoradas que aconteceram no passado, tais como "O meu professor de filosofia pôs o carro dele nas escadas por causa de andar a mandar bitaites às meninas por quem passava", "A minha professora era tão bebada que mostrou as mamas a um aluno", "tinha uma colega que perguntou à professora se as Ilhas flutuavam", entre outras. As pessoas são servidas, excepto eu e o Berda, que pedimos hamburgueres. Acontece o seguinte diálogo com a empregada:
"Empregada: Quem é que pediu o SimpsonBurger?
Rijo: Eu...
Empregada: Não se importa que seja um hamburguer especial antes?
Rijo: Não."
Depois traz o hamburguer especial, para o Berda.

Entretanto quem vai ter connosco? O mítico rei da cromalhice, Projecto. Chega lá, depois do jantar, e começa a devorar a comida do restante pessoal. Saímos do restaurante, excepto o Italiano, que ficou a ver o resto do jogo (Itália perdeu, Italiano... repetir isto é sempre bom...) e começo a ouvir sons mt estranhos. Basicamente eram dois vendedores de rua a divertirem-se milhões com os assobios irritantes. Aparece-nos depois pela frente o Tereré e a Sandra (cardeal...) à que, mal o Projecto lhe põe a vista em cima, diz: "Mande-me encher!"... Ao que fiquei a olhar com cara de quem estava perdido.

Seguimos pela avenida abaixo, onde o Italiano e o Gigante regateam compras de armas de bolinhas, e eu procuro por lasers a 1€... Quem é que vem ter connosco então? O senhor das Alfaces. Também conhecido por Carteirista.

Seguimos para os carrocéis, onde o Carteirista não pára de mostrar a sua pequena força, gastando mais de 5€ provavelmente, numa daquelas máquinas de avaliar a força. Chegam-se lá um chinesitos, passam logo o seu score...

Entretanto eu quero andar num carrocel, que se virava todo... Pus o pessoal todo a ver aquilo... A Filipa, Gigante disseram logo que não iam ainda antes de terem visto... Porém o Carteirista tava todo confiante que ia, mas ao ver a viagem acagaçou-se todo. Fui eu, o Berda, o Italiano e o Projecto. Basicamente tivémos duas viagens à borla. A primeira porque duas gajinhas acagaçaram-se a meio da viagem e a segunda porque tinha entrado uma moeda para os circuitos... Mas foi muito interessante, o carrocel era divertido. Mas o Berda saiu de lá já a bater mal.
Na volta para a avenida central, apanhámos uma manada de pretos. O que o Italiano e o Gigante se lembram de fazer? Apontar lasers ao cu das meninas, ao ponto de um preto se virar para trás e dizer: "Nunca viram um cu, é? Isto sim, é um cu!".
Depois cada um seguiu o seu caminho de volta. Neste caso eu fui com o Berda, visto o gajo tar sem os pais em casa até Terça, e ter piscina em casa... Aproveitar é bom! E é onde me encontro de momento... Em casa do Berda, não na piscina dele, senão como estaria a escrever sem molhar o portátil? E agora, à que aguentar o São João!

P.S.: Na avenida central vi um vendedor de balões. Mas de repente pareceu-me ser o Sangue Azul. E aí está a imagem deste post...

domingo, 22 de junho de 2008

Mais outra prova da Lei de Murphy em mim




Hoje deitei-me às 4 e tal da manhã, porque causa da senhora das directas, Irina, que se pôs a falar comigo, e depois não se cala, só consegui sair tão cedo da net, porque tive que lhe prometer um strip para depois, ao vivo. Acordei muito cedo, e por cedo entenda-se 10 da manhã, para ir para Viana do Castelo, pois havia lá uma Feira Medieval. E eu, AMO Feiras Medievais. Arranjo-me todo contente, preparo-me para ir, e lá vou eu com as melgas dos meus pais. Ir com os meus pais é preciso ter grande espírito de mártir...

Chego a Viana, vou almoçar ao shopping, e depois para o centro sigo, onde a Feira estava. O que se passa... Onde é que tá o raio da Feira?!?!? Estávamos nós no centro de Viana, mas da Feira nem vê-la. Notamos então um poster a dizer que a feira era só no dia 20 e 21 de Junho. POR UM DIA! COMO É POSSÍVEL! IR DE PROPÓSITO A VIANA PARA AQUILO, MAS NADA LÁ!!! Não sabem a desilusão que tive, só me faltava encontrar o Queijo, para ser mesmo um dia mau...(esta do Queijo é private joke, só alguns é que perceberão... por falar em Queijo... amanhã, segunda, os meus pais vão à Queijolândia... só espero que não saiam de lá Queijos também...).

P.S.: Esqueci-me de mencionar também, na viagem de ida para Viana, os meus phones estragaram-se... tive que comprar uns novos... maldita má sorte!

Algures num lugar longínquo


La estou eu aqui num lugar remoto nessa terra longínqua que é Vila Real. Estou num lugar remoto conhecido por "Parque Corgo" onde abelhas flutuam como OVNIs atrás da minha inocente cabeça, enquanto eu arrisco aqui a minha vida para poder trazer algo de novo aos espectadores (entenda-se coitados) deste blog.

Neste momento, como já referi, abelhas flutuam à volta da minha cabeça, e o mais recente diálogo neste belo sítio foi algo como isto:

"White: Está uma abelha a flutuar acima da minha cabeça
Iris: Eu jogo ao sério com ela."

Nos poucos momentos de vida que me restam (a julgar pela presença ameaçadora que se encontra perante mim como um presságio de morte em carne e osso), posso referir também que tenho passado o dia por esta grandiosa e longínqua terra de Vila Real, onde para não variar a anfitriã quase se pseudo-perdia (neste momento ela relembra-me os poucos momentos de vida que me restam), e onde neste momento se goza online com a lendária high priestess do 42, Filipa.

Neste preciso momento, a não menos lendária Iris acabou de referir que devia mencionar também o carro tuning (entenda-se xuning) que se encontra precisamente ao nosso lado, e nesse preciso momento uns saloios locais decidem entrar no carro e arrancar. Ou é um bom sexto sentido, ou uma excelente tendencia pra dizer as coisas erradas na altura errada. Talvez ambas...

De resto, não se tem passado nada de especial nesta estranha terra, tirando a ocasional frase como "ah pois é, já me esqueci que ía morrer hoje", o que já começa a ser normal no meu quotidiano.

Prognósticos só no final do jogo, mas para o resto do dia estou aqui a tentar a Iris a tornar-se num arco-iris, ou seja, a ir ali à margem do rio Corgo colocar o mundo em risco, ou seja, aprender (ou não) a atirar com um arco. Lembro que ela é Virgem com ascendente Touro, logo a minha tarefa é algo do género de impossível. Mas há um suicida em todos nós.

Fico-me por aqui e se daqui em diante desaparecer provavelmente terá a ver com a personagem que se encontra ao meu lado e com o rio que se encontra à minha frente.

P.S: Peço desculpa pela demora neste post mas tive de passar algum tempo em pé parado a olhar para a abelha que decidiu roubar-me o lugar e ficar a flutuar em cima do banco onde eu supostamente estaria sentado. Por isso os últimos minutos antes da publicação desse post são algo como uma abelha a flutuar, eu em pé parado a olhar para ela, e a Iris a observar o cenário provavelmente a pensar "só faltavam aqui umas pipocas". Agora sim, se não ouver mais nenhuma interferência de uma personagem alheia e com ferrões, fico-me por aqui com este post.

P.S.2: Ah, também não cheguei a referir que testemunhei o histórico evento de ver a Iris perante a música deste mítico blog pela primeira vez. Sem dúvida, um acontecimento digno de registo, ver alguém talvez tão em choque como os entrevistados da TVI. Foi lindo.

Bom Dia!














Hoje estava eu a fazer compras no Jumbo do Dolce Vita de Vila Real, até que chego à caixa e sou atendido com um "bom dia!", e respondo também "bom dia!". E aí apercebo-me: "bom dia", ora aí está uma expressão que eu já não ouvia há muito. Aliás, não me lembro da última vez que tenha andado acordado de dia (tirando aquela famosa directa). Foi um estranho "regresso à realidade de gente normal" ser atendido com um "bom dia!", talvez Vila Real sempre me consiga colocar no caminho para a sanidade mental e para a desvampirização (como se eu não fosse estudar C mal chegue a Braga e viva o regresso das directas a programar e levar cachaços da minha lendária irmã).


A verdade é que aqui não tenho grande escolha senão a desvampirização, visto que não posso acordar depois das 10:00, dado que a partir dessa hora a tenda se transforma numa espécie de pseudo-forno, sem contar com o barulho dos motores das poderosas bombas das corridas daqui de Vila Real, que hoje fui a ver era uma corrida de Fiat UNOs. Pelo barulho ía julgar que eram Ferraris, mas enfim. Mas o calor é mesmo o principal factor de desvampirização, porque é difícil permanecer numa tenda onde se está a assar progressivamente, e dormir então nem se fala. Na verdade, está mesmo muito calor por estes lados. Se a Irina ca estivesse e andasse tanto pela rua como eu, provavelmente passava o tempo a queixar-se de que lhe estavam a fritar os chakras.

E pra completar, sonho do dia: Dante do Devil May Cry a matar um pato.
Basicamente no sonho estava a minha mãe a jogar Devil May Cry (acreditem, comparado com o resto isto até é normal), e por acaso o DMC do sonho parecia excelente, dava para alternar entre a espada e um gadanho tipo Grim Reaper, com dois estilos de combate completamente diferentes, a Capcom podia muito bem inspirar-se no meu sonho. Então estava a dar o jogo e entretanto começa uma "cutscene" com um pato a ameaçar o Dante. O Dante aponta-lhe uma das pistolas à cabeça assim mesmo à queima-roupa mas o pato começa a olhar fixamente pra ele para o desconcentrar, e ele falha os tiros todos.
Quando parece que o pato vai contra-atacar, o Dante faz qualquer coisa pra se concentrar, e aí acontece um dos momentos mais estúpidos de sempre. Ele dá um tiro que passa de raspão no pato, mas eu vejo tudo em camara lenta e com efeitos tipo matrix: a bala a saír da pistola, a rodar e assim, depois a raspar no pato e ver-se o rasgo e o sangue a saír ao mesmo tempo que o pato faz uma cara de pato mesmo estúpida e manda um "quaaaaaack" em camara lenta. A seguir, o Dante concentra-se mais e manda outro tiro (também visto por mim em camara lenta e com efeitos matrix) que fura a cabeça do pato de um lado a outro e o pescoço de um lado a outro também. Não me lembro de mais depois disso, sei que já estou a imaginar um "Devil May Cry V: Dante destrói o Universo"

E basicamente este é o meu dia de hoje até agora.

sábado, 21 de junho de 2008

A origem do Carteirista

Ora bem, vivendo eu demasiado tempo com peixes à minha volta, a minha mente ganhou uma infeliz propriedade.... Visualizar imagens estúpidas. Estava eu no Bragaparque com a misteriosa Filipa, a senhora do stress de aulas, quando começamos a falar de uma personagem gatuna de carteiras. Nesse preciso momento, vem à minha linda cabeça uma grandiosa e nobríssima canção que pode ser descarregada no seguinte link: enigma da alface (atenção que nesse link vem o album todo). Ora bem, a letra dessa música é assim:

Estás com gases, sentes-te mal
Não é preciso ires ao hospital
Achas-te feio, e sem classe
Experimenta beber um batido de alface
Estavas mal e triste te sentias
Não comias alface há mais de 15 dias
Renegaste a alface, e entretanto
Fodeste-te porque apanhaste sarampo

Refrão:
Se te sentes só, só e sem classe
Tu precisas de comer alface
Não é feijão, não é alho...
Tens que comer é alface, ó seu caralho !

Se muitas vezes és assaltado
É porque a alface não está do teu lado
Se estás à mesa e queres arrotar
É porque a alface não foi o jantar
Se foste apanhado com droga no bolso
Foi porque não comeste alface ao almoço
Se fores apanhado a roubar uma carteira
É porque não comeste uma alface inteira

Refrão:
Se te sentes só, só e sem classe
Tu precisas de comer alface
Não é feijão, não é alho...
Tens que comer é alface, ó seu caralho!


Porém a parte que me veio essencialmente à cabeça foi esta:
"Se fores apanhado a roubar uma carteira
É porque não comeste uma alface inteira"
Então graças a minha infeliz sorte de visualizar...o que se passou na minha queridissima cabeça foi igual a isto:



+

=



O SENHOR DAS ALFACES!!! UMA ALFACE QUE TUDO MOVIMENTA!


Muito obrigado ao White e à Irina por esta nova minha propriedade! E Carteirista, continua a comer muita alface!

Não há como fugir


Eu aqui a pensar que vou para Vila Real para fugir ao constante atrofio mental que é o meu quotidiano nessa lendária cidade que é Braga e deparo-me com cenários não menos estranhos quando chego a esta igualmente lendária cidade de Vila Real.

Estava eu tão inocentemente a andar pela cidade de Vila Real, prestes a entrar no shopping Dolce Vita onde de momento me encontro, quando sou abordado por nada mais nada menos que uma entrevista televisiva. Isso mesmo, uma televisão qualquer decidiu entrevistar-me por causa do "Dolce Vita aberto 24 horas" nesta próxima sexta. Tudo bem que eu nem sou de ca nem nada, mas já se sabe, ou o meu imenso carisma ou a minha propenção para me encontrar em situações estúpidas decidiram que eu iria ser o alvo de tal entrevista. E assim foi.

Uma televisão qualquer que não vi qual era talvez porque estivesse mais ocupado a pensar que este tipo de coisas estão destinadas a acontecer-me seja em que ponto do país for decidiu entrevistar-me acerca do Dolce Vita aberto 24 horas e o que achava da ideia, que ía haver concertos e eventos durante a noite e esse tipo de coisas. No final, pediram-me pra deixar uma mensagem. E eu disse que o que era de valor era trazerem ca os Moonspell.

Ja não bastava os arqueiros que hoje treinavam pelas margens do rio Corgo, talvez na esperança de me pedir um autógrafo, pois ja se sabe que eu sou um arqueiro lendário, também a seguir tinha de vir a fatídica entrevista para completar tipo "cereja no topo do bolo". Enfim, devo ser famoso, só pode. Ou isso ou a minha vida tem uma certa "aura de estranheza" que me proporciona constantemente este tipo de momentos. Pensando bem, acho que deve ser mesmo a segunda.

Peixes


Óntem estava eu no banco a pedir para fazerem uma transferencia entre duas contas, e a mulherzinha que estava a atender pede-me o B.I. e eu entrego. Entretanto, pedem a caderneta e fazem a transferencia, processo que demorou um ou dois minutos, e eu pergunto "desculpe, não vai ser preciso o B.I. nem nada?". É isso mesmo, tinha-me esquecido de que tinha acabado de entregar o B.I.

Entretanto, depois desse episódio como só o maravilhoso signo Peixes nos pode proporcionar, encontro-me em Vila Real, longe das directas degradantes e restaurantes japoneses, mas nem por isso longe das bacoradas do costume, pois a lendária Iris também já referida neste blog encontra-se nesta longínqua e maravilhosa terra, e traz até nós momentos como:

"Iris: No Zé da Pipa.
*pequena pausa*
Iris: Ai da pipa... da tripa! Da pipa é o bacalhau.
White: Não, também não é. O bacalhau é à Zé do Pipo."

(Se eu desaparecer misteriosamente, o motivo provavelmente estará relacionado com a publicação da citação acima referida)

Por momentos como estes e pensamentos como "temos de meter a Filipa a comer misoshiru", pode-se dizer que Vila Real também tem o seu toque lendário.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Directa!



Na santissíma noite do dia 18 de Junho, estava eu e o White a vaguear pela cidade bracarense, como muitas vezes acontece, quando eu recebo uma sms. Quem era perguntam vós? Nada mais, nada menos, que a mítica personagem da camisola de Nightwish e dos chinelos aos moranguinhos... Irina... Ao ler tal sms eu e o White decidimos ir até a residência dela. O que acontece?... Sempre que nos juntamos com a Irina à noite, graças ao meu infortúnio destino, visto eu ser controlado pelas leis de murphy, normalmente a hora de ir para casa dormir é às 10.... da manhã. Mas desta vez foi diferente! Reparámos que nos estavamos a tornar vampiros, sempre acordados à noite e a dormir de dia. Então decidimos fazer uma directa.

O que acontece quando 3 espécimens do mais estranho possível fazem directa? Degredo.

Às 5 da matina (já do dia 19...), os 3 enfiamo-nos na sala de computadores de Santa Tecla, a fazer posts que aqui já foram publicados. Até que por volta das 6 da manhã a Irina se lembra: "Posso ir tomar banho? É num instante!", ao que tanto eu como o White nos opomos... Mas o raio do bicho continua a insistir e a dizer que só demorava meia horita. Tanto nos chateou a cabeça que nós não tivemos outro meio senão ceder. Enquanto esperávamos pela Irina, pusemo-nos a jogar Nanaca Crash. Passado uma hora depois de a Irina ter subido para tomar banho, eu decido ligar os phones do telemóvel e por-me a ouvir música. Nessa altura o White vira-se para mim e diz: "Sabes o que era de rir? Era agora tu começares a ouvir música e a Irina aparecer." Bem dito, bem feito. O raio daquele ser amaldiçoado tinha que entrar no preciso momento em que eu tinha começado a ouvir música. Aí está outra prova: Sou governado pelas leis de Murphy.

Continuando, seguimos para o Feira Nova. Estando eu com um peixe e uma ascendente peixe, a caminhada foi a um ritmo extremamente vagaroso e estupidamente... estúpido. Pusemo-nos a imaginar a ser-mos perseguidos por uma laranja gigante. Chegámos ao Feira Nova, ainda nem 9 eram e fomos comer ao cogumelo. Eu peço uma torrada e um galão, o White pede uma torrada e o seu habitual Ice Tea e a Irina... Um copo de água...A Irina tomou como pequeno almoço um copo de água da torneira... De seguida fomos até ao feira nova, onde encontrámos um artefacto à muito tempo perdido: Um cd do Mr. Gay. Partimo-nos a rir com aquilo, porém esse riso não foi nada comparado com aquilo que nos apercebemos a seguir: O cd do Mr. Gay era UM EURO mais caro que um cd dos Iron Maiden/Doors!

Seguimos para casa do white. Eu deito-me na cama dele com uma garrafa de água e, feito parvo, tento bebê-la deitado. Estúpido... Lá enchi eu a cama de água. Saio de lá e sento-me numa daquelas cadeiras de secretária que rodam. Não passa muito tempo até eu andar lá às voltas a dizer "weeeeeeeeeeeeee". Entretanto o White liga a cam para se por a falar com a Íris, uma amiga da High Priestess do 42, Filipa. Que me lembro eu de fazer? Por um boné e a disquete do white e começar a fazer gestos basóficos (esta parte foi dedicada a ti, Carteirista). Passa-se algum tempo e o White decide ir jogar guitar hero... Ora bem, acho que nem preciso de dizer mais nada....sabem como o White a jogar Guitar Hero é.... Se não sabem então já deviam de saber (click me!). Ver o White formato gelatina. Depois o White dá-me aquilo para as mãos, e põe-me a tocar a música mais fácil do jogo. Basicamente só faço 22% dessa música. Depois ao tentar para convencer a Irina também a jogar, começa a dar argumentos para ela jogar, um dos quais era que ao menos ela não seria merda....e ao dizer isto....apontou para mim...Será que percebi bem? O white chamou-me MERDA!? Morre pah!

Voltámos para o Bragaparque. Fomos para a Fnac onde a Irina compra cartas de tarot. Vamos comer...Eu e o White, para o Burger Ranch pedir hot dogs e a Irina para as Sopas onde pede uma mistela qualque vegetariana, que seria demasiado complexo e indegistivo para estar aqui exposta. O White ao ver o seu cachorro quente, diz, apontando para os pedaços de cebola: "Estou a comer miolos!"...O que tira sempre um pouco de apetite à comida. Pomo-nos a ver as cartas de tarot da Irina e eu não resisto e vou comprar umas também para mim, com desenhos de Manga! (a imagem deste post é uma das cartas do meu baralho!)

Seguimos os 3 para a minha residência...a pé. Eu estava com dois peixes, como já tinha referido anteriormente... Conclusão: era eu a assar pelo caminho, a Irina à procura de meias e os 3 sempre a mandar grandes bacoradas. Na rua do Souto, o White põe-se a comunicar com um pato, que depois viemos a descobrir que eram somente 2 ferros que tinham batido um no outro... O que eu aturo...

Chegados a residência, pomo-nos divertidos com o tarot a adivinhar os futuros e etc... Até que chega a hora do futebol. Aí eu e o White tínhamos um objectivo: Ir para o centro da cidade observar os basofes, para o nosso BBC, o qual já leram a introdução. Chegámos a ver gente, que mais parecia estarem a ter um ataque cardíaco do que a verem um jogo de futebol... Uma cena muito perturbadora mesmo. Portugal perdeu, fomos jantar ao Cristo Rei. Aí já estávamos os 3 demasiado mortos. Saímos de lá e cada um vai para o seu sítio. The end.

"Estou a conter a respiração"




Há dias eu e o Rijo íamos jantar com a Irina, e o Rijo teve a brilhante ideia "Vamos jantar ao japonês!". A partir do momento em que tal brilhante ideia apareceu soube de imediato que algo degradante se iria passar nas horas seguintes. Afinal de contas, ele estava a levar uma vegetariana e um gajo que não come peixe a um sushi-bar. Isso, para além do facto de que foi uma ideia do Rijo, era garantia certa de que algo degradante se iria passar em seguida. E asssim foi.

Entramos lá, e em pouco tempo a Irina estava a ser servida com Misoshiru, que é uma sopa especial japonesa, embora para a Irina seja um trauma profundo para o resto da sua vida. Em poucos momentos, a Irina estava a pseudo-comer o misoshiru em que, para além do ar de quem estava a fazer projecção astral a cada colherada (os olhos subiam mesmo ao cérebro!), notamos um comportamento estranho nesse espécime já esquisito que é a Irina antes dessas mesmas colheradas, ao que ela respondeu "Estou a conter a respiração!". A partir desse momento, a profecia de um jantar degradante começava a cumprir-se.

Entretanto, por entre frases como o já referido "eu estou a conter a respiração" além de outras como "sake é alccol mas é alcool diferente", "vais comer massa, massa que parece tipo miolos", "caíram-me legumes em cima do telemóvel" ou "comer com os pausinhos da-me cabo dos pulsos", o jantar foi decorrendo, para divertimento de uns e sofrimento de outros.




Mais tarde, este bizarro sonho, ou para alguns pesadelo, finalmente terminou, com uma dose de sake que traumatizou Irina para além do choque que a demoníaca sopa já tinha causado. Segundo as palavras da traumatizada Irina, "parecia água das pedras sem gás com álcool etílico à mistura". Após esse traumatizante (mas divertido) episódio, o japonês ca do sítio (Rijo) decidiu levar pra casa uma recordação, ou seja, um pratinho em forma de folha com uns caracteres japoneses e o tipo de coisas que fazem o lado japonês do Rijo vir ao de cima.




Sem dúvida uma experiência interessante, e ainda mais traumatizante, que vai fazer com que daqui para a frente a Irina deteste o Japão tanto como o Rijo o adora, e deteste sopas e sake tanto como eu detesto peixe. A típica ideia aqui do Sr. Rijo.

Bacoradas I



E aqui está o mui grandioso post das bacoradas ditas ao longo dos anais da história. Divirtam-se a lê-las:


"Rijo: Foi a tua primeira vez?
Irina: Foi.
Rijo: Tirei-te a virgindade japonesa?
Irina: Sim, foi doloroso, mt"

"Rijo: Aquilo lá em baixo é um chupa-chupa de chocolate."

"(Rijo a mostrar uma banda chamada Apocalyptica à Filipa)
Rijo: tem uma melodia tao linda...
Filipa: e os perifericos tb sao altamente.
Rijo: os gajos so tocam com violoncelos e bateria, 4 violoncelos.
(para o caso de não saberem o que são periféricos: http://pt.wikipedia.org/wiki/Periféricos )"

"Rijo: Eu tenho um fiambre que podes pescar."

"Rijo: És assustadora de uma maneira fofa."

"White: Estava a ameaçar uma traça. Ela atacou-me."

"Irina: Também é a dizer mal de mim, não é?
White: Ainda bem que me lembraste que era a dizer mal de ti. Não é este o título!"

"Irina: Eu não gosto de ser coitadinha...
(Isto como a Filipa dizia o "Eu não gosto disto..." na praxe)"

"Irina: Posso ir tomar banho?
White: Tu achas mesmo que eu acredito que tu vais lá acima, mudas de sexo, tomas banho e voltas em 30 minutos?"

"White: O Ice tea de manga sabe a mel quando tou inspirado"

"Irina: Eu adoro formatar computadores. Sinto-me no poder. Sinto-me poderosa a formatar computadores de outras pessoas"

"Irina: Isto não é um prédio, isto é um bolinho."

"Irina: Pelo meu bolinho e por isto vou-me vingar!"

"White: Eu não quero estar protegido."

"(Irina está a jogar snake)
Rijo: Come a mosca!
Irina: Eu não gosto de moscas!
Rijo: Ah pois...És vegetariana"

"Rijo: É mais fixe estares deitada.
Irina: Porquê?
Rijo: Porque tens almofada."

"Irina: Comer bolinhas é lixado."

"Rijo: Tu não me partes o braço. Eu sou Rijo."

"Irina: Vamos à Fnac!
White: Só depois de tocares uma!"

"White: O Dalai Lama não rumina!
Irina: Rumina rumina!"

"White: O Dalai Lama não mexe no cabelo! O Dalai Lama não tem cabelo!"

"Rijo: As tuas pálpebras estão a pesar 3 quilos e meio o quilo!"

"Irina: Qualquer ser vivo morto é um cadáver."

"Rijo: Vou transformar o mundo num mundo de manga através de tarot!"

"White: Fizeste-me entalar o nariz com saliva!"

"White: Eu vou-te bafejar com cebola!"

"White: Touro, paciente?
Rijo: É por isso que não confio nas almofadas..."

"White: Numa directa não gastas dinheiro, pelo contrário, poupamos dinheiro em lençóis!"

"White: As orgias de espíritos não são pornográficas!"

"White: És o pinguim mais estranho que conheço!
Irina: Os pinguins não sabem fazer leite-creme..."

Uma camisola dos Nightwish e uns chinelos com moranguinhos


No passado Domingo dia 15 de Junho, estávamos eu e o Rijo a caminho da residência da Irina porque precisávamos de falar com ela, ao que ela respondeu que tinha sono e estava cansada e doia-lhe o corpo todo e etc. (lembra-vos algum post recente deste blog?). Grande erro, visto que o Sr. Rijo, em todo o esplendor do signo Capricórnio com ascendente Touro, cedo convenceu "delicadamente" a Irina a juntar-se a nós. Após um grande impasse e uma grande troca de mensagens do género "estou a dormir","vocês estão a suicidar-me","custa muito a meter as lentes","eu não gosto distooooooo" (ok esta não disse mas sendo uma pseudo-Filipa pode-se assumir como tal), e episódios como um zombie a passar ao fundo da rua (ou isso ou um bêbado a cambalear e a dizer "baaaaah"), estava já o Rijo a brincar com as bolas quando se faz um enorme silêncio na rua, as luzes vão todas abaixo, ouve-se trovejar fortemente e uma presença poderosa e aterrorizante aparece perante nós.
Quando a negra névoa que se tinha formado pela sua aparição se começa a desvanescer, a imponente presença revela-se perante nós, vestindo uma camisola dos Nightwish e... uns chinelos aos moranguinhos.
É isso mesmo. A presença de Irina revelou-se perante nós, perante as brumas da sua ira aterrorizante, e no silêncio da noite ecoaram fortemente as palavras: "Vocês são crueis!", palavras que causaram o terror na calma e serena noite que nos rodeava, palavras que fortemente ribombaram das profundezas da criatura que se apresentava perante nós por trás de uma camisola dos Nightwish e uns chinelos aos moranguinhos.

Por isso já sabem. Quando caminharem sozinhos numa serena e silenciosa noite, temam a aterrorizante figura que se pode estar a esconder nas sombras, com uma camisola dos Nightwish e uns chinelos aos moranguinhos.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

BBC vida Selvagem - Guia completo do Azeiteiro I




I - Introdução

Nós, os autores, ao depararmo-nos neste maravilhoso país chamado Portugal, temos estado a assistir experimentalmente a vida do dia-a-dia duma espécie da família dos Primatas que tem andado a infestar todo o país. esta espécie é normalmente designada por azeiteiros. Contudo, o seu nome científico é Homo Azeiteirus. Estes seres são totalmente semelhantes aos humanos excepto pela sua falta de personalidade individual e pela sua reduzida inteligência básica para sobriviverem.
Devido ao modo como esta espécie se está a alastrar pelo país e a infestar o mesmo, causando um grande incómodo a espécies como a raça humana ou os rouxinóis, nós, os autores, sentimo-nos no dever cívico de escrever este guia que servirá como ajuda e alerta para compreender o comportamento desta deveras estranha espécie e reagir aos estranhos modos de vida da mesma.

terça-feira, 17 de junho de 2008

É feriado na minha terra


Há dias estávamos eu e o Rijo sem nada que fazer à noite (the usual) e lembramo-nos "e se fossemos chamar a Filipa pra vir ter connosco. Estamos perto de casa dela e tudo." E assim foi, dirigimo-nos a casa da Filipa que na sua teimosia lendária insistia que lhe doíam as pernas e estava com sono e que não podia saír de casa porque estava a ouvir Elvis. Nisto surgiu um diálogo muito interessante que me intrigou em particular, o diálogo foi mais ou menos assim:

- Filipa: "... e de manhã não vou às aulas que amanhã é feriado"
- White e Rijo: "Amanhã é feriado?!"
- Filipa: "É feriado na minha terra."
*pausa para um momento em que White e Rijo passam uns 2 ou 3 segundos a olhar um para o outro com cara de estúpidos antes de se partirem a rir*
- Filipa: "Que foi? É o Sto. António. Na minha terra é feriado."
- White: "E por ser feriado na tua terra não vais às aulas amanhã?"
*Rijo ainda a rir como perdido*
- Filipa: "Sim! Eu sempre estive habituada a ter feriado no dia 13 de Junho por isso este ano não vai ser excepção!"


Conclusão: Se for feriado na vossa terra, podem tirar o dia livre. Ensinamentos da sábia Filipa.

A criação!




E Deus então disse: "Que o Universo surja!", e um pato nasceu! No cu desse pato, cu desse pato também denominado por Edu, viviam 2 habitantes das trevas, criados mesmo dentro do buraco.
Esses habitantes, com 2 pernas e 2 mãos, 2 olhos, 2 orelhas e um grandioso orgão genital, viviam a sua vida selvagem, desconhecidos um do outro. Até que um dia foram para o centro do buraco, Braga, e aí se conheceram.
Um deles, conhecido pela sua esquisitez de viver em mundos animados era denominado de Rijo. O outro, conhecido pela sua incrivel estupidez de fazer imagens estupidas onde punha nobrissimos professores a fazerem danças havaianas era denominado de White. Ao conhecerem-se, surgiu o apocalipse. O pato peidou-se. E então a nova via de anti-cristo surgiu. Os Cházinhos do White Rijo apareceram. A arma perfeita de destruição massiva.
No dia 17 de Junho de 2008, na hora demoníaca, enquanto que o White estava no computador a pensar no que faria a seguir e o Rijo à procura dos seus phones perdidos (ONDE ESTÃO OS MEUS FONES!??!?!?! QUERO-OS JÁ!!!!! QUE NERBOS!)  e a dizer que tinha uma das bolas quente, a péssima ideia surgiu.

Agora, preparem-se.... O mundo está prestes a acabar! E a estupidez tomará conta do universo, do pato.